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Ficha policial de John Wayne Gacy, Des Plaines, dezembro de 1978
· Des Plaines Police Department, domínio público

O Palhaço Assassino

John Wayne Gacy

Estados Unidos (Illinois) - 1972–1978 - 33 condenações

Empreiteiro, cabo eleitoral, palhaço em festas de criança. Enterrou 26 rapazes debaixo da própria casa, num subúrbio de Chicago, enquanto os vizinhos reclamavam do cheiro.

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Gacy vestido de Pogo, o palhaço, em 1976
Pogo, o palhaço. Ele criou o personagem em 1975 e se apresentava em festas, hospitais infantis e eventos do partido. · Martin Zielinski, via Wikimedia Commons, domínio público

Capítulo 1

Quem era ele

John Wayne Gacy Jr. nasceu em 17 de março de 1942, em Chicago. O pai, mecânico e veterano de guerra, bebia e batia. Chamava o filho de maricas e burro, e o espancava com uma cinta de barbear. Aos quatro anos, John apanhou por ter desmontado peças de um motor. Aos nove, um amigo da família o molestou. Ele nunca contou ao pai, com medo de apanhar de novo.

Tinha um problema no coração e não podia fazer esporte. Aos onze, levou uma pancada de balanço na cabeça e passou anos com desmaios, até descobrirem um coágulo. Era gordo, ruim de escola e desesperado para agradar.

Em 1964, casou-se com Marlynn Myers e foi gerenciar os restaurantes de frango frito do sogro em Waterloo, Iowa. Entrou para a Câmara Júnior, os Jaycees, e virou um dos membros mais ativos da cidade. Tiveram dois filhos. Por trás, ele organizava festas com pornografia e prostitutas para os colegas e abusava dos adolescentes que empregava.

Em 1968, foi condenado por sodomia contra um garoto de 15 anos, filho de um político local. Tentou pagar um empregado para espancar a vítima antes do depoimento. Pegou dez anos. A mulher pediu o divórcio no mesmo dia. Na prisão, foi cozinheiro-chefe, preso-modelo, presidente do capítulo dos Jaycees. Saiu em dezoito meses. O pai morreu no Natal de 1969, enquanto ele estava lá dentro. Não o deixaram ir ao enterro.

Em 1971, comprou com a mãe uma casa térrea em 8213 West Summerdale Avenue, em Norwood Park Township, nos arredores de Chicago. A casa tinha um porão baixo, um vão de rastejar de um metro de altura, com chão de terra.

Nascimento
17/03/1942, Chicago, Illinois
Casamentos
Marlynn Myers (1964–1969), Carole Hoff (1972–1976)
Empresa
PDM Contractors (pintura, decoração, manutenção)
A casa
8213 West Summerdale Avenue, Norwood Park Township
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Diagrama da casa de Gacy mostrando onde os corpos foram encontrados
Diagrama publicado pela imprensa em dezembro de 1978 mostrando as sepulturas sob a casa. · Kokomo Tribune, 28/12/1978, domínio público

Capítulo 2

Os crimes

Em 3 de janeiro de 1972, ele levou para casa Timothy McCoy, 16 anos, que conheceu na rodoviária. De manhã, segundo ele, o garoto apareceu no quarto com uma faca de cozinha. Gacy o esfaqueou até a morte e o enterrou no vão do porão. Disse depois que foi ali que descobriu que “a morte era a emoção máxima”.

O segundo, em 1974, ele estrangulou e guardou num armário até poder enterrar. O corpo vazou fluidos pela boca e manchou o carpete. Dali em diante, ele passou a enfiar um pano na garganta de cada vítima antes de enterrá-la.

Em julho de 1975, matou John Butkovich, 17, um empregado que cobrava salário atrasado, e o enterrou sob o chão da garagem. O pai do garoto ligou para a polícia mais de cem vezes nos três anos seguintes. Ninguém foi checar.

Em 1976, a mulher se divorciou e a casa ficou vazia. Ele matou pelo menos doze rapazes naquele ano. Dois deles, Randall Reffett, 15, e Samuel Stapleton, 14, na mesma noite de maio. Em 1977, mais dez. Em fevereiro de 1978, William Kindred, 19, foi o último a caber no porão.

Sem espaço, ele passou a jogar os corpos da ponte da I-55 no rio Des Plaines. Quatro foram parar lá. O último foi Robert Piest, 15 anos, que trabalhava numa farmácia em Des Plaines e disse à mãe, no aniversário dela, em 11 de dezembro de 1978, que ia falar com um empreiteiro sobre um emprego. Voltaria em alguns minutos.

Foram 33 vítimas entre 1972 e 1978, todas homens de 14 a 21 anos. Quando o julgamento acabou, oito não tinham nome. Três foram identificadas por DNA depois de 2011. Cinco continuam sem nome.

Primeira vítima
Timothy McCoy, 16, 03/01/1972
Última vítima
Robert Piest, 15, 11/12/1978
No porão
26 corpos
No rio
4 corpos
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Capítulo 3

Os padrões

As vítimas eram adolescentes e rapazes jovens, de 14 a 21 anos. Vinham de três lugares: os empregados da PDM, a empresa dele, que contratava garotos por cinco dólares a hora; os fugitivos e michês da rodoviária Greyhound e da Bughouse Square, no centro de Chicago; e os que ele pegava na rua, às vezes à força, se passando por policial num Oldsmobile preto com farol vermelho e distintivo de xerife.

Ele sabia quem ninguém procuraria. Muitos eram meninos de casa, com família, e as famílias procuraram: Godzik, Szyc, Butkovich, Piest. A polícia recebeu ligações, abriu boletins, checou o carro de Szyc, que Gacy tinha vendido a um empregado, e não seguiu adiante. Um rapaz era um fugitivo. Outro tinha ido para a Califórnia. A palavra de um empresário respeitado valia mais.

Quase todos morreram entre três e seis da manhã. Vários foram mortos em duplas, na mesma noite. Ele chamava isso de “doubles”. Os corpos ficavam embaixo da cama dele até 24 horas, depois iam para o porão, cobertos de cal.

O porão de 28 por 38 pés virou um cemitério em fileiras. Ele mandou empregados cavarem valas “para drenagem”, de dois pés de largura por seis de comprimento, e espalhar sacos de cal. Gregory Godzik, 17, cavou a própria sepultura três semanas antes de morrer.

Os vizinhos reclamavam do cheiro. A ex-mulher também. Ele dizia que era umidade, esgoto, ratos mortos. Em dezembro de 1978, com o porão cheio, planejava cobrir tudo com concreto em janeiro.

Perfil
Homens de 14 a 21 anos; empregados, fugitivos, michês
Origem
PDM Contractors, rodoviária Greyhound, Bughouse Square
Horário
Entre 3h e 6h da manhã
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Gacy ao lado da primeira-dama Rosalynn Carter, em maio de 1978
6 de maio de 1978, sete meses antes da prisão. Como diretor do desfile polonês de Chicago, ele posou com a primeira-dama Rosalynn Carter. No paletó, um broche de acesso especial do Serviço Secreto. · Casa Branca, domínio público

Capítulo 4

Modus operandi

A isca era emprego, dinheiro, bebida, maconha. Em casa, ele oferecia um drinque e mostrava um “truque de mágica” com algemas: colocava nos próprios pulsos e se soltava com uma chave escondida. Depois convidava a vítima a tentar. Com as mãos algemadas nas costas, o garoto ouvia: “o truque é que você precisa da chave”.

Vinha então o que ele chamava de o “último truque”: uma corda em volta do pescoço, com um cabo de martelo enfiado no nó, que ele girava como um torniquete. A vítima morria devagar. Alguns convulsionaram por uma ou duas horas. Ele lia a Bíblia enquanto isso, contou a um psiquiatra.

Antes disso, havia horas de estupro e tortura. Queimaduras de charuto, afogamento parcial na banheira, uma tábua com furos nas pontas para prender os tornozelos, ideia que ele tirou de outro assassino em série do Texas. Dois sobreviventes descreveram a mesma coisa: um estudante, Robert Donnelly, sequestrado a ponta de pistola em dezembro de 1977, e Jeffrey Rignall, dopado com clorofórmio em março de 1978 e largado vivo num parque. Rignall descobriu sozinho a casa, montando guarda numa saída da rodovia até ver o Oldsmobile passar. A polícia acusou Gacy de lesão corporal simples.

Quem morria ganhava um pano, uma meia ou a própria cueca enfiada na garganta, para não vazar. Ia para debaixo da cama e depois para o porão, para a vala que um empregado tinha cavado. Cal por cima. Quando não cabia mais ninguém, a ponte.

Ele guardava coisas: o anel de formatura de John Szyc, a televisão dele, o carro dele, carteiras de motorista de vários garotos, o recibo de revelação de fotos que estava no bolso do casaco de Robert Piest. Foi esse recibo, no lixo da cozinha, que ligou a casa ao último desaparecido.

Aos policiais que o vigiavam, em dezembro de 1978, ele pagou café da manhã e disse: “vocês sabem, palhaços conseguem se safar de assassinato”.

Isca
Emprego na PDM, dinheiro, bebida, o truque das algemas
Método
Corda com torniquete de cabo de martelo; asfixia com pano
Descarte
Vão do porão com cal; depois o rio Des Plaines
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O escritório do advogado Sam Amirante, onde Gacy confessou em dezembro de 1978
O prédio onde ficava o escritório do advogado Sam Amirante, em Park Ridge. Na noite de 20 de dezembro de 1978, Gacy pediu uísque, abriu o jornal e disse que o garoto estava no rio. · Stephen Hogan, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Capítulo 5

Como ele era

Ele era o vizinho prestativo. Fazia churrasco para o quarteirão, decorava a casa no Natal, emprestava ferramentas. Cabo eleitoral do Partido Democrata, diretor do desfile do Dia da Constituição Polonesa, membro da comissão de iluminação pública. Em maio de 1978, foi fotografado com a primeira-dama Rosalynn Carter, com um broche de segurança do Serviço Secreto na lapela.

E era Pogo. Criou o palhaço em 1975, com maquiagem de boca pontuda, o oposto do que os palhaços profissionais fazem, porque cantos pontudos assustam crianças. Apresentava-se em hospitais infantis e festas. Disse que o palhaço o deixava “regredir à infância”.

Em 1968, os psiquiatras da Universidade de Iowa escreveram que o traço mais marcante dele era “a negação total de responsabilidade por tudo o que aconteceu”. Ele tinha álibi para tudo. Apresentava-se como vítima das circunstâncias. Diagnóstico: transtorno de personalidade antissocial, sem chance de tratamento. Foi solto em dezoito meses assim mesmo.

Mentia sem parar e sem esforço. Dizia que tinha sido oficial da Marinha, que tinha diploma, que conhecia o prefeito. Falava alto, dominava as conversas, explodia de raiva e voltava a sorrir. Os empregados conheciam os dois lados. Um deles, David Cram, foi algemado por Pogo no próprio aniversário de 19 anos e escapou com um chute no rosto dele.

Ele mesmo disse que era bissexual, mas que não era “homossexual”: odiava os garotos que pegava, chamava-os de michês, mentirosos, lixo. Na confissão, disse que às vezes acordava e encontrava “garotos mortos, estrangulados” com as mãos algemadas, e não lembrava de nada. Inventou um alter ego, “Jack Hanley”, um policial durão que faria as coisas que John não faria. Os psiquiatras da acusação não acreditaram. O júri também não.

Não havia sadismo escondido: era aberto. Ele provocava as vítimas durante a tortura. Perguntou a Donnelly, entre um afogamento e outro: “não estamos nos divertindo hoje?”. Quando o garoto pediu para morrer logo, respondeu: “estou chegando lá”.

No corredor da morte, pintou centenas de quadros, a maioria de palhaços, e vendeu para colecionadores. Dava entrevistas dizendo que era inocente, que outras pessoas tinham enterrado os corpos na casa dele. Disse: “eu fui o juiz, o júri e o carrasco de muita, muita gente”. E também: “a única coisa de que sou culpado é de ter um cemitério sem licença”.

Fachada
Empresário, cabo eleitoral, palhaço voluntário
Diagnóstico (1968)
Personalidade antissocial, sem chance de tratamento
Alter ego
“Jack Hanley”, um policial imaginário
Remorso
Nenhum; até o fim disse ser inocente
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Escavação no vão do porão da casa de Gacy, dezembro de 1978
23 de dezembro de 1978. Técnicos retiram um corpo da casa de 8213 West Summerdale Avenue sob os olhos dos vizinhos. · Frank Hanes, Chicago Tribune, domínio público

Capítulo 6

As motivações

Ele nunca deu uma explicação que sustentasse. Deu várias, todas transferindo a culpa. As vítimas eram michês que “se venderam”. Eram garotos que o ameaçaram. Foi Jack Hanley. Foram os empregados. Ele não lembrava. Ele era inocente.

O que os que o estudaram viram foi outra coisa. O pai o chamou de maricas a vida inteira e o espancou por isso. O filho cresceu odiando em si o desejo por homens e construiu uma vida inteira de fachada masculina: casamento, filhos, negócios, política, os Jaycees. O sexo com homens, ele só admitia como dominação, com a vítima algemada e humilhada. E depois, para o desejo não ter existido, matava a testemunha.

Ele disse que matava para não ser denunciado. Os promotores mostraram que não: matou garotos que não o conheciam e sobreviventes que o conheciam foram largados vivos. Matava porque, depois do primeiro, descobriu que gostava. “A morte era a emoção máxima.”

A posse importava. Ele disse a Amirante que enterrava os corpos sob a casa porque eram dele, sua propriedade. Dormiu ao lado do corpo de Robert Piest na última noite. Guardava anéis, carteiras, televisões, o carro de um deles.

A promotoria resumiu assim para o júri: ele sabia exatamente o que fazia, escondeu cada corpo, enfiou pano na garganta de cada um para não sujar o carpete, mandou cavar valas de antemão para “ter sepulturas disponíveis”. Não era loucura. Era planejamento. O júri levou menos de duas horas.

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O terreno onde ficava a casa de Gacy, hoje com outra casa e outro número
O terreno hoje. A casa foi demolida em 1979. A que existe agora tem outro número. · Stephen Hogan, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Capítulo 7

O desfecho

Robert Piest sumiu em 11 de dezembro de 1978. A mãe dele foi à delegacia de Des Plaines na mesma noite. O tenente Joseph Kozenczak, cujo filho estudava na mesma escola do garoto, foi até a casa de Gacy. Gacy disse que não tinha oferecido emprego a ninguém e que não podia ir à delegacia porque tinha acabado de morrer um tio. “Vocês não têm respeito pelos mortos?”

Kozenczak puxou a ficha dele e achou a condenação de 1968. Em 13 de dezembro, entrou na casa com mandado. Encontrou algemas, distintivos de polícia, uma seringa, uma tábua com furos nas pontas, carteiras de motorista de outros rapazes, um anel de formatura com as iniciais J.A.S. e, no lixo da cozinha, um recibo de revelação de fotos da farmácia onde Piest trabalhava.

A partir daí, dois carros de polícia o seguiram 24 horas por dia, abertamente. Ele reagiu convidando os policiais para café, almoço e drinques. Contou histórias, mostrou a casa. Um deles sentiu, saindo do duto da calefação, um cheiro de carne podre. Um empregado contou que tinha espalhado dez sacos de cal no porão e cavado valas. Outro disse que Gacy lhe dera um relógio “de um morto”.

Na noite de 20 de dezembro, ele foi ao escritório dos advogados, pediu uísque e, com o jornal aberto na notícia do garoto desaparecido, disse: “esse menino está morto. Está no rio”. Confessou pelo menos trinta. Adormeceu no sofá no meio da confissão. Ao acordar, disse que não podia pensar naquilo agora, tinha coisas a fazer.

No dia seguinte, ele foi à casa de um amigo, o abraçou chorando e disse: “fui um menino mau. Matei trinta pessoas, mais ou menos”. Entregou um saco de maconha a um frentista, dizendo que estavam vindo matá-lo. A polícia o prendeu por posse. À tarde, com um segundo mandado, um técnico chamado Daniel Genty entrou de joelhos no vão do porão, cavou por alguns minutos e gritou: “acho que este lugar está cheio de crianças”.

Em 22 de dezembro, ele deu depoimento formal. Desenhou o mapa do porão. Levou os policiais à ponte da I-55. Marcou com tinta laranja o chão da garagem onde estava Butkovich. Nos dois meses seguintes, saíram 29 corpos do terreno. A casa foi demolida em abril de 1979. O corpo de Piest apareceu no rio no mesmo mês.

O julgamento durou cinco semanas, em 1980. A defesa alegou insanidade. O júri deliberou menos de duas horas e o condenou por 33 assassinatos em 12 de março, o maior número da história dos Estados Unidos até então. Doze penas de morte, uma para cada vítima morta depois de a pena existir em Illinois, e 21 prisões perpétuas. Quatorze anos de recursos. Em 10 de maio de 1994, à meia-noite e 58, na Stateville Correctional Center, ele morreu por injeção letal. A solução cristalizou no tubo e a execução levou dezoito minutos. As últimas palavras, segundo os guardas: “beijem minha bunda”.

Mandado
13/12/1978, o recibo da farmácia no lixo
Confissão
20/12/1978, aos advogados
Sentença
13/03/1980: 12 penas de morte, 21 perpétuas
Execução
10/05/1994, injeção letal, Stateville
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Pergunta 1 de 8

O que era o “truque das algemas”?

Fontes

De onde vem tudo isso

  1. 1.People v. Gacy, 103 Ill. 2d 1, 468 N.E.2d 1171 (Ill. 1984), Suprema Corte de Illinois, acórdão que confirmou as condenações e as penas de morte (1984)
  2. 2.Killer Clown: The John Wayne Gacy Murders, Terry Sullivan e Peter T. Maiken, Grosset & Dunlap (1983) - relato do promotor que coordenou a investigação e acusou no julgamento
  3. 3.Buried Dreams: Inside the Mind of a Serial Killer, Tim Cahill, Bantam Books (1986) - baseado em mais de cem horas de entrevistas de Russ Ewing com Gacy na prisão
  4. 4.John Wayne Gacy: Defending a Monster, Sam L. Amirante e Danny Broderick, Skyhorse Publishing (2011) - relato do advogado de defesa, presente na confissão de 20 de dezembro de 1978
  5. 5.29 Below, Jeffrey Rignall e Ron Wilder, Wellington Press (1979) - relato do sobrevivente do ataque de março de 1978
  6. 6.John Wayne Gacy Victim Identified, Cook County Sheriff's Office (2021) - identificação de Francis Wayne Alexander; a página resume o esforço iniciado em 2011
  7. 7.Gacy executed, Chicago Tribune, 10 e 11 de maio de 1994 (1994) - cobertura da execução em Stateville, com a falha na injeção e as últimas palavras
  8. 8.John Wayne Gacy, Wikipedia (inglês) - usada para conferir datas e nomes das vítimas; confira as notas de rodapé de lá
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